Há marcas que continuam em silêncio.

Em 1974 houve quem saísse à rua sem saber exatamente o que ia acontecer. Houve quem arriscasse tudo por algo que hoje parece tão básico: poder falar, poder escolher, poder ser.

Em 1974 houve quem saísse à rua sem saber exatamente o que ia acontecer. Houve quem arriscasse tudo por algo que hoje parece tão básico: poder falar, poder escolher, poder ser.